A história da resistência dos escravos é longa e penosa. As revoltas, em movimentos grandes e pequenos, ou foram planejadas, visando à abolição geral, como nos quilombos, ou foram golpes mais modestos que previam punir um senhor ou feitor mais tirano.
Jean Baptiste Debret
ilustrou os castigos que eram aplicados aos escravos que
cometiam crimes graves, como o roubo, a fuga e os ferimentos em brigas.
Fugas
As fugas representaram um estilo mais constante de rebeldia, tanto por aqueles que as empreenderam como aventura individual, misturando-se aos negromestiços livres, quanto pelos que se juntaram para formar quilombos.
Quilombos
Os quilombos floresceram em grande número, em cada lugar onde a escravidão fincou raízes, fosse no mato, na montanha ou nas vizinhanças de fazendas e vilas, pequenas e grandes cidades.
Pequena resistência cotidiana
Esta também foi uma forma de revolta, caracterizada pelo fingimento de doenças, o trabalho mal feito e as estratégias de negociação para extrair pequenas vantagens de seus senhores.